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António Carlos CortezPÚBLICO |
O poema de abertura deste livro começa por uma espécie de injunção ao leitor: «Nunca é tarde para não ter medo / Nunca é tarde para murmurar,...
Quando falamos da educação em Portugal nos últimos 20 anos, podemos fazer uma lista longa de acontecimentos que, todos somados, podem dar-nos a...
"Vêm de longe os corsários / sem pressa para atracar / navegadores solitários / na grande casa do mar. // Já sem terras para achar / já...
Sobre a natureza facultativa de se lecionar ou não José Saramago no 12.º ano, em que momento foram ouvidos os professores de Português? Quem...
Dois livros, um saído em Fevereiro de 2025 e um outro, mais recente, de Janeiro deste ano, são, no fundo, um díptico. Os títulos são estes:...
Como afirmei já no artigo do Diário de Notícias de 31 de Março, e como tive oportunidade de frisar num comentário à SIC, a questão fundamental...
“De boas intenções está o inferno cheio”, diz o povo. E diz bem. O que se conclui da leitura do documento que é, no fundo, a declaração de...
"De boas intenções está o inferno cheio", diz o povo. E diz bem. O que se conclui da leitura do documento que é, no fundo, a...
O ópio do povo é agora o ecrã do estilhaçamento do eu: o sujeito tecnológico em exposição permanente e em permanente estado de excitação.
Carlos Relvas, Ofélia Marques e José Corrêa d’Oliveira são, mais do que personalidades de uma história cultural, alegorias de uma certa forma...
Que a prosa de António Lobo Antunes (1942-2026) é uma prosa “escrita no gume da faca”, expressão que o autor de Memória de Elefante aplicava...
Passam 100 anos sobre a morte de Camilo Pessanha (1867-1926), em Macau, e 100 anos depois é tempo de lembrar este que foi um dos mestres da...
Perante a actualidade da crítica de poesia em Portugal - inexistente, inquinada, feita de amiguismos, sectária, e, como na política indigente em...
Olhando para a subserviência dos nossos governantes para com políticas de guerra e de miséria geradas pela classe tecnocrata que manda e desmanda,...
Reféns da monotonia que tudo uniformiza, os ocidentais de hoje são os ocidentais de ontem, assim parece. Seremos?
Neste tempo em que a guerra de Trump e de Putin e dos mandarins do mundo parece ser o horizonte que nos espera, recuperemos lições clássicas,...
Viver sem tempo… A política transformada num show permanente de mentiras. O jornalismo transformado em propaganda e doutrinação.
Nem trezentos anos de atraso mental e meio século de fascismo vencem os que amam os livros, as artes, a literatura…
O nojo é próprio dos cobardes e dos assassinos de toda e qualquer forma de humanidade – até mesmo da poesia
Contra o controlo dos discursos, José Gil reclama ainda a magia da liberdade dos corpos. E contra a ascensão do mal, vislumbra uma hipótese: a...
O Chega explora o ressentimento dos espoliados do desenvolvimento e do progresso que a Democracia efetivamente concretizou
Há um poema de Sophia de Mello Breyner que devemos lembrar neste tempo de novos combates pela liberdade
De que servem palavras contritas, se na ação política jamais Jesus está nas decisões dos políticos?
Há uma relação direta entre os casos de violência que se vão multiplicando um pouco por todo o país e o consumo desenfreado dos conteúdos digitais
Há uma pergunta que nenhum político nos fará – ou vos fará, jovens –, e a pergunta é esta: a quem convém que vocês nada saibam, nada...
Ser-se alguém que está nas artes em tempos sombrios e aí se quer humano, isso é já enfrentar os tempos sombrios
Ó senhores governantes! Não queiram transformar a educação num terreno formatado e estúpido em que professores e alunos poderão um dia escrever...
O mal viral por que todo o fascista está contaminado é o mal do indiferentismo, mesmo em relação a si próprio.