Por que o novo Tiguan é ameaça para os chineses recarregáveis na tomada
Por que o novo Tiguan é ameaça para os chineses recarregáveis na tomada
Desde 2023, montadoras tradicionais no mercado brasileiro vêm perdendo espaço para novas chinesas. E dois segmentos são os principais responsáveis por este fenômeno: hatches elétricos até R$ 150 mil e SUVs médios-grandes híbridos recarregáveis na tomada entre R$ 180 mil e R$ 300 mil. O segundo grupo tira clientes desde modelos médios, como Jeep Compass e Toyota Corolla Cross, até sete-lugares, a exemplo do Commander.
Porém, um carro veterano, que acaba de ser lançado em nova geração, pode representar uma ameaça para produtos como Haval H6 e Song Plus. Mesmo custando entre R$ 30 mil e R$ 50 mil a mais que esses dois modelos (que são os chineses híbridos mais vendidos) e sem ter eletrificação.
Em seus dois primeiros meses completos de vendas, a terceira geração do Tiguan teve emplacamentos ainda mais significativos que Song Plus e Haval H6 quando estes ainda estavam em início de carreira. De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e da consultoria Jato Dynamics, o VW teve cerca de 1.200 emplacamentos em maio e pouco mais de mil em junho.
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