O terrorismo como ferramenta do PCP
A política tolera a divergência ideológica, o debate aceso e a solidariedade partidária. O que a democracia, a moral e a decência humana não podem tolerar é a conivência com a violência cega contra civis. Ao convidar a Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP) para a Quinta da Atalaia, o Partido Comunista Português ultrapassou a fronteira que separa a intervenção política legítima da cumplicidade com o terror.
Para o PCP, a FPLP é apenas mais um “movimento de libertação”. Mas a História, escrita em sangue e gravada em registos oficiais, desmente a narrativa comunista com factos incontestáveis:
O Massacre do Aeroporto de Lod (1972):
A FPLP planeou e executou, em parceria com o Exército Vermelho Japonês, o metralhamento indiscriminado no aeroporto que resultou na morte........
