Pela Europa federada
É La Palisse dizer que o destino das gerações futuras passa pela Europa se reafirmar, ou se esboroar no seu conservadorismo estrutural presente.
O imperialismo comunista, antes da II Guerra Mundial, fez um acordo com os nazis (Pacto Molotov-Ribentrop), do qual, envergonhadas do colaboracionismo, as “pseudo-esquerdas” procuram não falar. Estaline e os seus capangas sabiam que, sozinha, a Europa então debilitada pela mediocridade das suas partidocracias, dos seus parlamentarismos e dos seus políticos, seria derrotada pelos alemães e respectivos aliados ou dependentes.
Depois, sonhavam Estaline e respectivas esbirros, Alemanha e Europa derrotada, ambas debilitadas pela guerra, seriam campos ideais para o alargamento da subversão fascista comunista.
Estaline não esperava que Hitler, tão rápido, violasse o Pacto germano-soviético e invadisse a “mãe Rússia”, numa loucura própria de ditadores incultos, por isto ainda mais perigosos.
E, depois, só respirou fundo quando começou a receber auxílio militar e económico-financeiro norte-americano, já que o Japão, então nas mãos de outro bando de autocratas malfeitores, fizera o favor de quebrar o isolacionismo dos Estados Unidos, atacando Pearl Harbour e aliando-se aos nazis.
Um parêntesis. Numa das minhas duas visitas oficiais ao Estado Federado norte americano das Ilhas Hawai, fui recebido pelo Comandante de Pearl Harbour que me........
