Abrir sigilo fiscal, como propõe Lula, foi tradição nos EUA até Trump
Abrir sigilo fiscal, como propõe Lula, foi tradição nos EUA até Trump
Os analistas que veem a política do Brasil e a dos EUA se comportando de maneira espelhada na última década, acabam de ganhar um novo elemento para a comparação: a batalha em torno da abertura do sigilo fiscal de presidenciáveis.
No Brasil, o presidente Lula (PT), candidato à reeleição, está oficialmente desafiando seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), a abrir os sigilos bancários e fiscais voluntariamente. Hoje, ele protocolou, tanto no TSE quanto no STF, uma autorização para sua própria quebra de sigilo bancário, telefônico e fiscal, da primeira-dama, Janja da Silva, além da empresa LILS, dos seus filhos. A condição para tal quebra é que Flávio aceite fazer o mesmo consigo, suas empresas e outros membros da família.
O desafio acontece depois que Flávio, sob investigação por supostas lavagem de dinheiro e evasão de divisas, escreveu o termo "corruPTo" na mão para acusar Lula no debate da TV Band, no último domingo. O atual presidente foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito da Lava Jato, em uma decisão anulada em 2021 pelo STF.
Josias de SouzaAções da Meta na eleição devem ser acompanhadas
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