Governar num dia de sol
Pedro Passos Coelho tornou-se o D. Sebastião da direita portuguesa. Não desapareceu numa manhã de nevoeiro, mas regressa ciclicamente envolto em nuvens negras, para anunciar que o país continua bloqueado, que as reformas não chegam e que o tempo se esgota.
À sua volta formou-se uma pequena corte de intérpretes, ou no mood do tempo, os seus proxi. Pululam por jornais, televisões e podcasts, numa curiosa posição:........
