À nossa porta
Durante o genocídio do povo palestiniano que sucedeu ao sete de outubro, era comum ouvirmos, das vozes críticas ao sionismo de Netanyahu que, autorizando o massacre do povo palestiniano, estávamos a dar carta branca para o massacre de qualquer outro povo e que se naquele momento a violência deflagrava na Palestina, amanhã seria à nossa porta. Ora, houve muito quem pensasse que esses apelos eram hiperbólicos, líricos ou pouco literais, mas hoje, com o que se passa no Irão e no Líbano, percebemos que, de facto, o Governo de Israel sente as costas suficientemente quentes para atacar e causar o caos no Mundo, sem que nem o direito internacional, nem ninguém consiga deter os seus ímpetos bélicos e........
