Este tempo de “prova dos nove”…
Quem me conhece, sabe que não sou pessimista. Antes pelo contrário. Várias vezes meti-me por atalhos, donde as Pessoas pouco esperavam de certo.
Porém, o risco estava sempre previamente calculado. Numa margem que dava para avançar, pois tal seria suicídio sem as alternativas estudadas e na manga.
Por aqui começo. A política é cálculo, é ousadia, é risco.
No estado em que o mundo se encontra, de guerras iminentes, sem Portugal controlar uma margem do que se passa e, muito menos, ter quaisquer meios para jogar no tabuleiro das sequências interventivas, a não ser os arquipélagos atlânticos, há que pensar, sem parar. E, sobretudo, sobre o futuro da nossa Madeira.
Desde miúdo, porque o meu avô materno, durante a II Guerra Mundial, foi mandatado pelo Governador de então para fazer face à fome, em casa eu ouvia falar das consequências do momento, mesmo Portugal não sendo beligerante.
Em guerra não havia turistas, não havia venda de bordados nem de........
