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Os brasileiros derrotam a mãe de todas as guerras híbridas

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26.10.2026

Não vale nada se não tiver aquela ginga brasileira. O que estava em jogo não podia ser maior: era uma questão de vida ou morte. Os brasileiros, portanto, tomaram as ruas – e os locais de votação – e conseguiram vencer.

O que eles fizeram não foi nada menos do que domar a Mãe de Todas as Guerras Híbridas e derrotar, mesmo que momentaneamente, uma coalizão tóxica e poderosa que incluía toda a força do governo “Doutrina Donroe”; o tecnofeudalismo do Vale do Silício, em especial o empregado pela Meta; Wall Street e a Deusa do Mercado; os múltiplos tentáculos do Sionismo Cia. Ltda.; as velhas elites reacionárias – e a mídia dominada por elas; as novas elites ostentatórias; a demência evangélica e, por último mas não menos importante, uma medíocre dinastia neofascista decidida a transformar o Brasil em uma neocolônia extrativista submissa à Voz do Dono.

O efeito – relaxante – se parece com um hino da bossa nova de Antônio Carlos Jobim cantado por Frank Sinatra. Sim, o Brasil é grande demais – e doido demais – para caber no quintal de alguém. E que reviravolta, quando se trata de Lula, pessoalmente: a geopolítica ainda não havia visto uma volta por cima como essa desde a Batalha de Stalingrado.

Nós perdemos: então a eleição foi “fraudada”

O Dia da Eleição chegou e o território nacional roía as unhas – mas com Flávio Bolsonaro ainda com 82% de chances de vitória, segundo a Polymarket, a queridinha do DARPA, do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Era como se o Deep State já conhecesse os resultados com antecedência – como ocorreu no primeiro turno da votação.

Mesmo assim, no final das contas, Lula ganhou por uma margem de 4,4 milhões de votos. Mas não sem muito drama. Logo antes do fechamento das urnas, um Ministro do Supremo Tribunal – que havia sido o advogado de Lula no caso de corrupção da Lava-Jato – decretou que o horário de votação seria ampliado em duas horas. O correto seria........

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