Marquinhos revive trauma de 2022 e ataques nas redes para liderar a seleção
Marquinhos revive trauma de 2022 e ataques nas redes para liderar a seleção
Qual foi o momento mais difícil da sua carreira? Marquinhos, o capitão do Brasil na Copa do Mundo que começa no dia 11 de junho, volta quatro anos para responder: "Com certeza o pênalti que eu perdi na Copa do Mundo. Doeu muito, doeu muito."
A cobrança do defensor bateu na trave esquerda do goleiro Livakovic, da Croácia, e definiu a eliminação brasileira nas quartas de final do Mundial do Qatar. "Foi o último, você vê o outro time celebrando, passando por você", conta Marquinhos em entrevista ao Fala Ai - Especial Copa, programa do Canal UOL.
Hoje eu não olho mais minhas redes sociais, mas na época olhava um pouco, e machucou bastante. Eu tinha uma foto com meu filho e muita gente foi lá falar. O futebol é isso, é muita emoção, é saber lidar, altos e baixos. Você tá jogando, mas ao mesmo tempo tá jogando com a emoção das pessoas. Por isso que a gente tem muita responsabilidade naquilo que a gente faz dentro e fora de campo.Marquinhos, ao Fala Aí - Especial Copa
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Hoje, Marquinhos é um jogador diferente. O que aprendeu com os dois títulos da Champions League pelo PSG são o motor para reescrever aquele momento. Em entrevista a Yara Fantoni, em sua casa em Paris, o zagueiro de 31 anos falou sobre o peso de carregar a seleção e a chegada de Carlo Ancelotti.
Sonho que pode se tornar realidade
Pode ser considerado clichê quando os jogadores dizem que sonham em vencer uma Copa do Mundo. Para Marquinhos, isso é um passo........
