Ao tratar o clássico como final de Copa, São Paulo faz derrota virar vexame
Ao tratar o clássico como final de Copa, São Paulo faz derrota virar vexame
Quem assistiu ao clássico entre São Paulo e Palmeiras ficou sem entender por que exatamente o mandante decidiu dar ao jogo uma conotação de final de Libertadores. Fogos, luzes, faixas, provocações à falta de mundial do rival desde a envelopagem do ônibus até os recados à beira do gramado. De quem foi a ideia de dar esse peso dramático ao clássico?
Uma partida entre esses dois times sempre comportará sua importância; ela vem com o tamanho e com a história de ambos. Mas tratar como final de Copa um jogo pela oitava rodada do Brasileirão é correr o risco de virar meme, de ser ridicularizado, de ser arrastado, contra a própria vontade, para o ridículo da ação. E também de prometer à torcida alguma coisa difícil de entregar. Ao não entregar, o risco de ver torcedores revoltados é grande. Por quê? Para quê? Aumentar a temperatura sem ter condições de lidar com as consequências é atitude pouco inteligente.
Encontrem os executivos que tiveram a brilhante ideia e substituam esses gênios porque quem está pagando a conta da fabricação de um drama que não precisaria ter existido é a instituição São Paulo e cada torcedor e torcedora que hoje terão que suportar as evidências do ridículo.
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Teria sido apenas uma derrota normal por um a zero em jogo disputado, mas o tratamento dado pelo São Paulo à partida deu a ela conotação de eliminação, de perda de título. E, mesmo se o São Paulo tivesse conquistado a vitória, ainda assim seria difícil deixar de ver o ridículo do exagero, mas pelo menos a torcida poderia usar o placar para silenciar o deboche dos rivais.
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