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Medicamento retarda em dois anos o início dos sintomas do diabetes tipo 1

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17.03.2026

Medicamento retarda em dois anos o início dos sintomas do diabetes tipo 1

Pode acontecer em qualquer idade: o sistema imunológico passa a atacar com fúria as células produtoras de insulina no pâncreas até não restar uma única para produzir o hormônio que faz a glicose presente na circulação entrar nas células da cabeça aos pés para abastecê-las de energia. E quer saber? A doença que já foi conhecida como "diabetes infantil" no passado, hoje, na somatória, tem mais pacientes diagnosticados na vida adulta do que na infância, contrariando o senso comum.

Criança ou adulto, a vida parece virar de cabeça para baixo com a descoberta, engolida por uma nova rotina que exige diversas medições da glicose por dia, o que comer e o que não comer e quando se alimentar também, a dose necessária de reposição de insulina a cada momento, as aplicações, o medo da queda brusca do açúcar no sangue durante a madrugada e os exames periódicos. E se tudo isso fosse adiado para dali a dois anos ou mais? Agora é possível.

Na semana passada, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o teplizumabe, medicamento da Sanofi, farmacêutica de origem francesa. Ele poderá ser usado por pacientes com mais de 8 anos que ainda estiverem no segundo estágio do diabetes tipo 1, quando o ataque autoimune já deu início, mas ainda acontece na surdina, sem dar sinais, a não ser uma alteração bem leve na glicose sanguínea. A promessa do teplizumabe é frear significativamente a progressão da doença e a manifestação dos seus sintomas.

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