Grupo usou nome falso e tentou apagar rastros após Carbono Oculto, diz MP
Grupo usou nome falso e tentou apagar rastros após Carbono Oculto, diz MP
Um grupo suspeito de lavar dinheiro do setor de combustíveis usou nomes falsos, segundo o Ministério Público, para administrar uma das maiores distribuidoras do país e, após uma fase anterior da Operação Carbono Oculto, tentou apagar os rastros dos vínculos com as demais empresas investigadas.
A nova fase da operação, deflagrada nesta quinta-feira, tem entre seus alvos o grupo que, segundo o Ministério Público, controlava a distribuidora Terrana. A empresa foi comprada no fim de 2024 por meio de duas holdings criadas poucos meses antes, com capital de apenas R$ 1.000 cada.
Uma delas, a Branson Holdings, recebeu um empréstimo de R$ 99,9 milhões do Banco Genial e comprou a empresa que controlava a Terrana. A outra, a Berna Holdings, recebeu R$ 60,5 milhões e adquiriu o fundo Derby 44, atual Wels, que concentrava imóveis ligados ao grupo.
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Para o Ministério Público, quem estava por trás da compra era o grupo ligado a........
