A polêmica em torno de um freio na IA. Como se posicionam Brasil, Angola e Portugal?
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No dia 12 de setembro, Dario Amodei, presidente executivo da Anthropic, a empresa que criou o Claude, publicou um ensaio invulgar para quem comercializa inteligência artificial (IA), intitulado “Precisamos abrandar a fronteira”. A ideia central: os modelos de IA evoluem a uma velocidade que exige limites e freios. Em poucas horas, Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk deram-lhe razão; Demis Hassabis, da Google DeepMind, viu na proposta a direção certa. Pela primeira vez, os grandes rivais pareciam de acordo.
Segundo Amodei, a IA começou a ajudar a construir a sua própria geração seguinte, e o ritmo se acelerou ao ponto de ameaçar a nossa capacidade de a compreender e controlar. Propõe avaliadores independentes, regras comuns entre os laboratórios ocidentais e, se possível, um entendimento com........
