Artemis II no céu, Montenegro sem cinto na terra
Muita gente tem tentado definir Donald Trump. Infelizmente, a grande maioria dos que o procuram fazer está à beira da, ou já totalmente tomado por uma apoplexia. Daí resultando considerarem o presidente dos EUA um “$#%&* = %$!”, ou um “@€$%&”, ou até mesmo um “^; (/=!”. O que, dirão alguns, não são os argumentos mais convincentes. Mas lá que são argumentos, direi eu, impossíveis de refutar disso também não há dúvidas.
Ora, não estando eu à beira da apoplexia — embora tenha de ir ver esta micose, que também não deve ser coisa boa — estou em condições de avançar uma definição mais simples do homem. Aqui vai: Donald Trump é a red pill em versão supositório. O homem que nos obriga a acordar do mundo de fantasia em que a Europa vive há largas décadas. “Sim, mas e qual era a necessidade de resvalar para a escatologia com a questão do supositório?”, perguntarão os mais sensíveis aos resvalares para a........
