Patriotismo e Educação
Quando tive o meu segundo filho, fiquei assolada de dúvidas e críticas internas. Até aí, tinha-me sentido boa mãe, pensava que corria bem o desenvolvimento da minha filha e que eu estava extremamente capacitada para a criar. Quando a minha filha acordou o irmão recém-nascido de propósito, nasceu um monstro em mim. Quando nasceu o meu terceiro, estava num poço de achar que tudo corria mal e que eu era péssima mãe. Encontrei um livro chamado Desperate da autora Sally Clarkson, que me ajudou a perceber que esses pensamentos negativos não correspondiam à verdade. Estava a dar o meu melhor e eu era a pessoa mais capacitada para criar os meus filhos.
Cresci nos Estados Unidos até aos 18 anos e sempre tive uma experiência extremamente positiva escolar e em atividades. Recebíamos prémios por tudo e por nada. No quarto ano, inscrevi-me como “SPUR”: Special People Using Responsible Solutions e sentia-me muito especial no recreio com o meu “clipboard” a prevenir brigas e conflitos entre colegas. No quinto ano, arranjei o meu primeiro trabalho na loja da escola, que vendia materiais escolares. O meu ordenado era o crédito na loja. A escola ensinou-me a ler vorazmente e com gosto, a escrever criativamente e a falar em público. No sétimo ano, escrevia poesia e jornais para os meus colegas e professores lerem. Recebi inúmeros prémios no secundário por participar neste clube ou naquele concurso de debate. E explorava diferentes talentos e interesses, como faziam todos os........
