Agora é mãos à obra
Os lisboetas foram claros, foram intencionais e foram exigentes. Optaram por uma lógica de gestão eficaz, em vez de derivas ideológicas. Optaram pela ambição do desenvolvimento, em vez do desalento dos críticos. Optaram por propostas tecnicamente robustas, em vez de ideias vagas.
Os cidadãos são perspicazes e percebem que as grandes cidades só evoluem se tiverem ao leme protagonistas que reúnam, em simultâneo, visão de futuro e capacidade de execução. Preferiram estes aos céticos. Não foi uma questão de xadrez político nem de alianças partidárias. Foi sobretudo uma questão de valorizar um projeto para a cidade e de escolher quem traz mais competências para a sua implementação. Como deve ser.
A coligação “Por ti, Lisboa”, liderada por Carlos Moedas, ganhou, ganhou bem, somou dezenas de milhares de votos, e afirmou-se como o espaço central da estabilidade, da responsabilidade e da capacidade para a ação. Temos especiais obrigações, é claro. Mas todos os eleitos – os que trabalharão no executivo e os que........
