Um hospital é feito de pessoas
É este mês que deverão chegar as propostas para a terceira e última fase do Hospital Central e Universitário da Madeira. O Governo Regional conta recebê-las em outubro e iniciar a obra em janeiro. O preço base passou de 265 para 415 milhões de euros em dez meses. Mais 150 milhões. Quase 57%.
Os números da obra dominam o debate, e com razão. Mas há uma pergunta que quase ninguém faz: quem vai trabalhar neste hospital, e em que condições vai lá chegar?
Um hospital não se inaugura. Abre-se. E abrir um hospital central não é mudar de morada. É transferir serviços inteiros, das urgências aos blocos operatórios, dos cuidados intensivos ao internamento, sem que um único doente fique sem resposta no dia da mudança. É........
