A religião do ódio: por que deixei de ser esquerdista
“O movimento revolucionário é o flagelo maior que já se abateu sobre a espécie humana desde o seu advento sobre a Terra.”
(Olavo de Carvalho)
Alguns podem se escandalizar com o comportamento abjeto da esquerda, que silencia diante do massacre do povo iraniano, condena a captura de um narcoditador e apoia a perseguição e a tortura de pessoas inocentes no Brasil. Eu não me escandalizo, e digo por quê. A esquerda, desde sempre, é a religião do ódio.
Há muito tempo venho dizendo que um dos elementos centrais da mentalidade revolucionária é a morte do adversário. O socialista não está preocupado em rebater nossos argumentos ou em debater ideias.
Na cabeça do militante, não existe a possibilidade de que um conservador ou cristão venha a participar do debate público. Ele quer, nas palavras de Saul Alinsky, “erradicar o inimigo da face da Terra”. Na definição de Lula, o adversário não é um ser humano, mas um animal que deve ser “extirpado”.
O ódio é o combustível da alma esquerdista.........
