As águas turvas da campanha contra a Margem Equatorial Brasileira
O aparato ambientalista-indigenista que opera no Brasil não desiste de sua campanha contra a exploração de hidrocarbonetos na Margem Equatorial Brasileira (MEB).
Na coluna anterior, comentei a reação beirando a histeria do climatologista Carlos Nobre ao anúncio da descoberta de petróleo no poço exploratório Morpho, perfurado pela Petrobras no campo FZA-M-59, situado a 175 km do litoral do Amapá. Nobre, como se sabe, é um dos mais graduados operativos daquele aparato comprometido com a insana agenda do “carbono zero”, que propõe uma redução acelerada do uso de petróleo, gás natural e carvão mineral nas próximas décadas, alegadamente, para evitar uma inexistente emergência climática.
Agora, a Petrobras aguarda novas licenças ambientais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para os três poços complementares com os quais pretende delimitar as dimensões da descoberta e avaliar a sua viabilidade comercial. Ao mesmo tempo, as seções do Amapá e do Pará do Ministério Público Federal (MPF) questionaram o órgão ambiental sobre o novo licenciamento, argumentando que a pretensão da empresa descumpre normas ambientais. Iniciativa que não surpreende, pois o MPF atua com frequência como um braço legal do aparato “verde-indígena”, em sintonia com certos setores do Poder Judiciário igualmente alinhados com a causa.
É aí que mora o perigo, como dizem os........
