O choro de Lula e do PT pelo Irã e o efeito da “diplomacia do amor” nas eleições
A reação do governo Lula e do PT aos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã – que levaram à morte o aiatolá Ali Khamenei, “líder supremo” do país, e dezenas de seus asseclas – escancara de vez, para quem ainda tinha alguma dúvida, os pendores da “diplomacia do amor”, defendida e praticada pelo lulopetismo.
Como já havia ocorrido com a captura do ditador da Venezuela Nicolás Maduro pelos EUA e com a abstenção do Brasil na votação da ONU contra o massacre de cerca de 40 mil iranianos que protestavam contra a teocracia islâmica, o governo brasileiro e o PT mais uma vez ficaram do lado errado da história.
Enquanto milhares de iranianos e de expatriados saíam às ruas para celebrar a ação dos EUA e de Israel, o governo Lula e o PT choravam a morte de Khamenei e praguejavam contra Israel e o presidente dos EUA, Donald Trump, com apoio da tropa de choque petista nas redes sociais.
Em vez de apoiar a investida, que abre caminho para a queda do regime sanguinário dos aiatolás, principal patrocinador do terrorismo internacional, o governo Lula e o PT apressaram-se em recriminar os ataques, oficialmente destinados a conter o desenvolvimento do programa nuclear iraniano e as ameaças do país à segurança global, especialmente a dos EUA e a de Israel.
“O governo brasileiro condena e expressa grave preocupação com os ataques realizados por Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã”, diz a nota oficial sobre a questão divulgada pelo Itamaraty, colocado novamente a serviço das ideias antiocidentais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do assessor especial da Presidência, Celso Amorim, e do PT.
“O Brasil estaria de joelhos hoje se o presidente @LulaOficial não tivesse vencido as eleições em 2022. Esta é mais uma razão para não permitir que a extrema direita entreguista volte a governar o país”, afirmou Gleisi Hoffmann, ministra-chefe de Relações Institucionais e ex-presidente do PT, em publicação no X, ao responder ao senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL ao Planalto, que........
