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Fúria Épica: como EUA e Israel desmantelaram o poder militar iraniano

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28.05.2026

As operações militares conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã representam uma das mais impressionantes demonstrações de poder aéreo, integração operacional e supremacia tecnológica da história militar contemporânea. As matérias “Epic Fury Unleashed”, de Tim Ripley, “Shattered Shields”, de Babak Taghvaee, “Fury from the Sea”, de Mike Crutch, e “Heading to the Desert”, de Alan Warnes, entre outras, publicadas pela AirForces Monthly entre maio e junho de 2026, descrevem um quadro inequívoco: os americanos e israelenses impuseram perdas devastadoras às forças iranianas enquanto sofreram danos relativamente limitados em comparação ao inimigo.

Do ponto de vista puramente militar, a campanha revelou um contraste brutal entre uma máquina de guerra moderna, integrada e altamente profissional, representada por Estados Unidos e Israel, e uma teocracia islamista envelhecida, apoiada em ataques de saturação por mísseis e drones, guerras por procuração e estruturas militares vulneráveis.

O colapso do escudo iraniano

Os ataques iniciais da Operação Fúria Épica – denominada Operação Rugido do Leão pelo lado israelense – foram planejados para destruir aquilo que Teerã apresentava como sua grande proteção estratégica: a combinação de defesa aérea, bases de mísseis, centros de comando e instalações da Guarda Revolucionária Islâmica. O resultado foi devastador para os iranianos.

Segundo os articulistas da AirForces Monthly, forças americanas e israelenses atingiram radares, centros de comando, depósitos subterrâneos, instalações navais, fábricas de mísseis e sistemas antiaéreos em ataques coordenados conduzidos por aeronaves F-15 Strike Eagle, F-16 Fighting Falcon, F-35 Lightning II, B-1 Lancer, B-2 Spirit e B-52 Stratofortress, além de drones e mísseis de cruzeiro.

A superioridade da coalizão foi evidente desde o início. Israel utilizou extensivamente F-35I Adir, F-15I Ra’am e F-16I Sufa, além de drones, enquanto os Estados Unidos integraram aos recursos aéreos mencionados aeronaves de guerra eletrônica e de reabastecimento, satélites e inteligência em uma campanha contínua de ataques de precisão. As operações envolveram centenas de surtidas em poucos dias e um nível impressionante de coordenação aérea. A defesa iraniana simplesmente não conseguiu acompanhar o ritmo da ofensiva.

O Irã perdeu não apenas liberdade de movimento, mas também proteção de sua logística e a capacidade de reação coordenada

O Irã perdeu não apenas liberdade de movimento, mas também proteção de sua logística e a capacidade de reação coordenada

A destruição da aviação iraniana

Um dos aspectos mais humilhantes para o regime iraniano foi a destruição de sua força aérea e de seus meios estratégicos. Diversas matérias das revistas relatam os múltiplos ataques contra bases aéreas, hangares reforçados, aeronaves estacionadas e centros de manutenção.

A Força Aérea Iraniana já era consideravelmente atrasada em comparação com os padrões ocidentais. Grande parte de seus caças derivava de plataformas da década de 1970 ou dependia de manutenção improvisada. Quando confrontada pelas aeronaves americanas e israelenses, que operavam com elevado grau de integração e apoiadas por sofisticados sistemas de guerra eletrônica, ela praticamente desapareceu do campo de batalha.

Mesmo quando o Irã conseguiu lançar mísseis e drones contra bases americanas e israelenses, os resultados militares foram bastante limitados. As análises indicam danos localizados e alguns ataques bem-sucedidos contra bases americanas e infraestruturas civis nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Bahrein, Kuwait, Catar, Jordânia, Omã, Iraque e Israel, mas nada que tivesse impacto significativo no equilíbrio estratégico da guerra. Em contrapartida, os ataques da coalizão destruíram instalações críticas e desestruturaram em larga escala o sistema de comando e coordenação militar iraniano.

A supremacia aérea absoluta

Talvez a maior vitória militar da coalizão tenha sido a........

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