“A vítima ”
Ao contraste percebemos o drama: o homem, antes de vir a ministro, era de encher o olho. Tanta aura tinha que num despacho sacudiu a metade inepta do ministério, para gáudio de reformistas. Despediu um em dois, o Alexandre, mas terá guardado o quinhão pior, já que aos “serviços” assaca a responsabilidade do caos que lhe cai no colo. Aos serviços, aos directores de escolas, a funcionários sabotadores, a pais que não têm nada que marcar férias à toa, sem que o senhor ministro dê o ámen. Não sei se disse, ou se me escapou, mas não há como uma chafarrica de marketing para tão ordinário processo de correcções. Safa-se a empresa de vão de escada porque venha de trás? Eu não diria, porque não é de agora que Rosas e Laranjas organizam a vida de acólitos de comum acordo. Em Lisboa parece que há exemplos. Ou suspeitas que correm à luz do dia. Se nabo é quem retém a porção que dissemina a asneira, que matriz para cortes e dispensas põe em jogo doído Alexandre,........
