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![]() Raquel AbecasisPÚBLICO |
Nada como revisitar a história para destruir tabus. Soares e Mota Pinto foram determinantes para sermos hoje um país europeu
O que é de mais enjoa e a estratégia de atacar Montenegro porque sim e porque não vai acabar por reverter a seu favor.
Enquanto o mundo se vira de pernas para o ar, por cá preferimos falar sobre a Carochinha e o João Ratão.
A Presidência da República aos olhos dos portugueses é uma reforma dourada, para os que se destacaram em carreiras executivas.
De 95, data em que Cavaco abandonou o Governo, a 2025, passaram 30 anos. Passámos dos verdes anos para os tristes anos.
A caça à imobiliária protege os verdadeiros corruptos e afasta os poucos corajosos que ainda se dispõem a ir para a política.
Sempre que Passos Coelho aparece é alvo de choro e ranger de dentes. Mas o país devia agradecer-lhe por muitos e bons anos.
Um processo com oito anos, uma ministra que não sabe contratar e um secretário de Estado sem bom censo.
Não foi um tiro no pé, foi um regresso do partido socialista à mesa dos grandes, onde se ganham eleições.
Chega e Bloco de Esquerda caíram na sua própria ratoeira, é o que acontece a quem se julga com superioridade moral.
Martim Moniz, Moçambique, Venezuela e Donald Trump, enredos falsos para um início de ano perigoso.
O cronómetro está ligado para o autoproclamado Governo reformador da AD. Acabou-se o tempo da jogada política, é tempo de fazer política a sério.
Uma previsão possível para a política nos próximos meses, ou uma mistura de astrologia com antecipação de factos.