Expectativa externa sempre esteve forte na mente de João Fonseca
Expectativa externa sempre esteve forte na mente de João Fonseca
Depois de ver João Fonseca chorando ao vencer o primeiro jogo da Copa Davis, no fim de semana, não chega a ser surpreendente a decisão de não viajar para a Ásia e "dar um tempo para o corpo e a cabeça", como ele anunciou nesta segunda-feira. Pressão foi algo sempre presente na mente do carioca de 20 anos. E nunca foi tão evidente quanto na Davis, quando o jovem: 1) era o número 1 do time, com a expectativa de vencer suas partidas; 2) voltava de lesão e competia sem estar física e mentalmente 100%, como ele mesmo disse após o jogo; e 3) ganhou uma carga extra de pressão quando a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) optou por fazer um confronto no Rio de Janeiro, em quadra dura indoor, por causa de Fonseca, quando capitão e jogadores pediram para jogar no saibro outdoor (segundo dito pelo próprio presidente da entidade).
Um momento que me marca muito sempre que falo de Fonseca x presão aconteceu pouco antes do Masters 1000 de Roma. Na ocasião, João deu a seguinte declaração: "senti a pressão das pessoas, toda a expectativa... senti como se todo mundo pensasse que eu seria o próximo Roger Fedeer de uma noite pra outra. Mas as coisas não funcionam assim. Agora acho que entendi que só jogo por mim, que não devo........
