China também tem perdido a batalha contra os danos de mídias sociais
China também tem perdido a batalha contra os danos de mídias sociais
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Ano passado, durante jantar oferecido a Lula em Zhongnanhai, complexo onde moram Xi Jinping e Peng Liyuan, Janja falou ao presidente chinês e à primeira-dama dos efeitos nocivos das redes sociais sobre mulheres e crianças. Citou o TikTok, uma das muitas plataformas chinesas.
Não precisava, o governo daqui sabe bem das tragédias que resultam de mídia social. Semanas atrás, o perfil da família de Ganfan Yingying, 24, anunciou a morte da influenciadora —com milhões de seguidores, parte do gênero de streaming apelidado de mukbang, palavra de origem coreana que reúne transmissão e comer.
Três dias antes de morrer, ela transmitiu da cama do hospital, dizendo que por comer repetidamente — e vomitar para continuar nas transmissões — havia perdido potássio. Lembrou de uma vez ter comido 60 ou 70 ovos, menção que foi um dos tópicos em mídia social quando sua morte viralizou. "Ganhar dinheiro é importante, mas saúde sempre vem antes", aconselhou a jovem, cujo nome real era Chen Ziyi.
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