Entenda o novo indicador da FGV que mede mal-estar com o endividamento
Novo indicador da FGV mede mal-estar da população com endividamento
Em um esforço de medir os efeitos negativos do crédito e do superendividamento no bem-estar da população, o Centro de Estudos de Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV (FGVcemif) acaba de criar o "Indicador de Desconforto de Crédito".
Ao usar a fórmula para analisar a sensação de bem-estar da população com relação às suas dívidas desde 2014, os pesquisadores do FGVcemif traduziram em um gráfico o desconforto de milhões de brasileiros com dívidas em atraso.
E o que se vê é que o mal estar nunca esteve tão ruim. O IDC saiu de 0,25 em 2014 para 0,94 hoje. A trajetória não é linear, tendo tido uma queda expressiva em 2018 e 2020 (com a pandemia (caindo a 0,02). Em 2023, quando o governo lançou o programa Desenrola, o indicador, que estava em 0,90, recuou para 0,67. Mas logo e voltou a subir, alcançando o patamar atual de 0,94.
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