Trump está certo em classificar o PCC e o CV como grupos terroristas
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O avanço da proposta do governo Trump de classificar o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) como organizações terroristas internacionais, que deverá ser encaminhada ao Congresso dos Estados Unidos nos próximos dias, segundo o noticiário, voltou a jogar os holofotes sobre o problema da (in)segurança pública no país.
Diante da perspectiva de a proposta de Trump finalmente sair do papel, depois de quase um ano em discussão no Departamento de Estado e em outros órgãos do governo americano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostra mais uma vez que, na hora de fechar o cerco contra a bandidagem, acaba "amarelando", como se diz por aí.
Em vez de aplaudir a iniciativa de Trump, que poderá dar uma contribuição relevante para o combate ao crime organizado no país, Lula mobilizou o Itamaraty para tentar evitar de todas as formas a implementação da medida, já adotada pelos EUA contra o Cartel de Sinaloa, do México, e o Tren de Aragua, da Venezuela, entre outras organizações criminosas latino-americanas.
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Provavelmente, as gestões do Itamaraty junto ao governo dos EUA vão dar em nada, mas a resistência de Lula à proposta revela muito sobre a visão que ele, o PT e a esquerda de forma geral têm sobre a questão da segurança pública, que deve ser um tema central na campanha eleitoral de 2026.
Na verdade, desde o ano passado Lula vem se manifestando contra a medida. Ele chegou até a defender sua posição em discurso na Assembleia-Geral da ONU, em setembro, no qual privilegiou a vitimização da bandidagem e mostrou que não confere a devida dimensão ao poder de fogo adquirido pelas facções no Brasil. "É preocupante a equiparação entre criminalidade e terrorismo", afirmou. "Usar força letal em situações que não constituem conflitos armados equivale a executar pessoas sem julgamento."
Em outubro, durante uma viagem à Indonésia, Lula se superou, ao fazer a afirmação bizarra de que "os traficantes também são vítimas dos usuários", em resposta à pergunta de um jornalista sobre sua posição em relação às ações de Trump contra os cartéis de drogas na América Latina. Depois, ele até tentou se desculpar, dizendo ter sido "uma frase mal colocada", mas, o estrago já estava feito e nada do que ele pudesse afirmar a respeito do assunto poderia remediá-lo.
Não por acaso Lula não compareceu ao encontro "Escudo das Américas" (The........
