As coisas desmoronam-se
França caiu na barbárie. As chamas já não se limitam a engolir os caixotes do lixo ou as paragens de autocarro e começaram a destruir também edifícios históricos que representam centros de poder local como o edifício da Câmara de Limoges ou o Gabinete de Turismo de Lyon. E enquanto alguns destes grupos tentam convencer-nos da ‘interseccionalidade’ das suas reivindicações – que vão das condições nos liceus à causa palestiniana–, uma análise minimamente sensata permite ver a realidade para além do sempre santificado véu activista: trata-se de um ataque a França, à sua cultura, à sua reconhecida grandeza, à sua república e, no fundo, à sua liberdade, na esperança de que, com a ajuda de movimentos semelhantes em países vizinhos, a civilização ocidental colapse.
As imagens que nos chegam diariamente relembram-me do famoso poema de Yeats, que passo a citar numa tradução livre: «Girando e girando........
