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Os tempos que correm não estão para brincadeiras. Mas rir continua a ser o melhor remédio

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29.09.2026

Ligamos a televisão, abrimos as redes sociais, ou conversamos numa qualquer sala de espera e o diagnóstico é claro: o mundo está doente. 

Entre crises económicas, conflitos e a evolução tecnológica que nos isola, a incerteza tornou-se a única certeza. Neste cenário cinzento, o medo instalou-se de forma silenciosa e persistente no dia a dia das pessoas. Deixou de ser uma emoção passageira para se transformar numa espécie de sombra coletiva, um ruído de fundo que dita escolhas e condiciona o nosso viver. É um facto que os tempos não estão para brincadeiras. Contudo, é precisamente quando a realidade se apresenta mais sombria que se torna imperativo acender as luzes da Arte e resgatar a Humanidade. No meio de tanta angústia e desalento, o riso continua a ser o melhor e mais eficaz remédio de que dispomos. Como diz, e bem,........

© Sapo