A encíclica papal à luz da Maçonaria Regular
A exortação feita pelo Santo Padre Leão XIV no final da introdução da Carta Encíclica ‘MAGNIFICA HUMANITAS’ é clara: “A todos os fiéis católicos, a todos os cristãos, a todos os homens e mulheres de boa vontade, dirijo um sentido apelo: não tenhamos medo de sujar as mãos no canteiro de obras do nosso tempo”.
Em resposta a esse mesmo apelo, como Obediência que inclui, nos seus princípios, a crença obrigatória em Deus, e que integra um número extremamente representativo de maçons que são também professos da religião católica, entende a Maçonaria Regular portuguesa responder positivamente a esta chamada ao serviço por parte do Papa e face a um tema tão profundamente determinante para o futuro não apenas da tecnologia e da ciência, mas de toda a Humanidade pela sua transversalidade e alcance disruptivo.
Tal como o texto da Encíclica reafirma, “a técnica não deve ser considerada, em si mesma, como uma força antagónica em relação à pessoa”. Mas é também crucial entender que “outrora, eram sobretudo os Estados a orientar e a dirigir a inovação. Hoje, pelo contrário, os principais motores do desenvolvimento são sujeitos privados, frequentemente transnacionais, dotados de recursos e capacidades de intervenção superiores........
