Israel, a nossa guerra
Na passada quarta-feira, dia 7 de outubro, assinalou-se o terceiro aniversário da invasão do Hamas em território israelita. Os atentados terroristas envolveram, além de pilhagem, tortura, violações, mutilações, assassinatos e reféns. Estima-se que tenham morrido mais de 1.100 israelitas, entre os quais mulheres e crianças. Quase 3.000 palestinianos, civis, militantes do Hamas e de outras organizações armadas palestinianas, lançaram o terror e cometeram atrocidades e massacres, num território que não reconhecem e sobre um povo que odeiam. Os ex-líderes e atuais líderes da organização terrorista, leitores ávidos de Mein Kampf, limitam-se a afirmar que Israel não possui justificação para existir e que o povo judaico deve ser eliminado da face do planisfério. Contudo, apesar deste arsenal de ódio e intolerância, quando ouvimos vários jornalistas, comentadores e políticos por esse mundo fora, os muçulmanos da Palestina é que são as verdadeiras vítimas.
Assim, o muito celebrado mayor de New York, Zohran Mamdani, aproveitou a data para atacar novamente Israel, recorrendo à lenda negra do genocídio. O uso sistemático dos números fornecidos pelo Hamas (só por si, sinal de oportunismo ideológico), grupo terrorista que – por definição – opera através de anónimos civis, mostra à saciedade o viés civilizacional que acomete estas mentes. Pois, no fim do........
