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A fraqueza dos governos britânico e francês

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03.06.2026

Em Paris, no sábado à noite, milhares de pessoas destruíram lojas, edifícios públicos, ruas, carros, provocaram violência, combateram a polícia. Os autores das cenas de violência eram maioritariamente militantes das extremas-esquerdas e homens de etnia árabe e africana. Não estavam numa manifestação por direitos laborais, não estavam a lutar por mais justiça social, não estavam a celebrar uma data histórica, nem a defender os direitos dos imigrantes. Nem sequer estavam a manifestar-se contra os Estados Unidos ou Israel. Não, estavam a comemorar a vitória do Paris Saint Germain na Liga dos Campeões. O que deveria ter sido uma festa cheia de alegria, transformou-se numa batalha entre manifestantes e a polícia.

O que aconteceu em Paris foi uma exibição do culto da violência. Foi uma pura manifestação de ódio daqueles que não acreditam em nada. Naquelas pessoas só existe ódio. Ódio ao país onde vivem e onde a maioria nasceu. Ódio aos franceses brancos. Ódio aos símbolos burgueses, como as montras de lojas e os carros. Um ódio promovido e alimentado pela extrema-esquerda revolucionária, que tudo quer destruir para tomar o poder de um modo absoluto (é o que chamam a revolução). Ódio promovido igualmente pelo radicalismo islâmico que acredita na redenção muçulmana na Europa:........

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