Pausa, para que te queremos?
A pausa para hidratação, essa aberração que só se se justifica comercialmente (45 minutos sem publicidade era uma eternidade) é mais uma infame cedência de Infantino ao poder do dinheiro, rumo ao jogo do futuro, o tal "moneyball", de que falou Calos Queiroz. Mas não se fica por aí, tem um lado mais perverso e corruptor, como veremos.
Antes de mais, foi um acto muito imprudente e leviano, pois as alterações às regras têm sempre repercussões imprevisíveis. Nem vale a pena falar da lei das substituições ou do fora-de-jogo, que geraram um novo jogo, mesmo uma alteração aparentemente inofensiva, como a proibição do guarda-redes segurar com as mãos a bola vinda de colegas gerou o novo o guarda-redes, que também tem de saber jogar, e ainda a........
