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15 anos de Wool: o sucesso continua

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24.06.2026

Não assisti a todas as manifestações artísticas e comunitárias que se realizaram entre o 11 e 21 de junho na Covilhã, e integradas na 13ª edição do Wool, mas os dois dias em que presenciei o evento chegaram para ver que este festival singular vai de vento em popa. Misturando arte urbana, participação da comunidade e convívio de habitantes, este acontecimento prima também pela generosidade e pela solidariedade que leva os artistas a abraçarem a cidade e a população a respeitar os artistas. Comecemos pelo mais visível: a arte urbana. Logo na rua Rui Faleiro, Tellas, um artista da Sardenha, pintou com um azul magnífico o edifício da APAE. O resultado é esplendoroso. O visitante que chega à Covilhã ficará a partir de hoje deslumbrado com esta epifania de azul que é incontestavelmente uma mais valia para o centro da cidade. Ben Johnston, nascido na África do Sul, atacou, com afã e uma grua gigante, a parede lateral de um prédio com mais de vinte metros de altura na rua Conde da Ericeira. A partir de uma frase da canção da Amália consagrada à Covilhã, o artista entrelaçou........

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