Não sou número
1.A mensagem do Papa para o VI Dia Mundial dos Avós e dos Idosos levou-me, uma vez mais, a refletir sobre a minha dignidade de ser humano e filho de Deus. Não sou um número. Sou uma pessoa com o seu nome e a sua a identidade própria.
Porque vou perdendo a autonomia já não presido à celebração da Eucaristia. Já me não sento na capela da Confissões da Basílica dos Congregados. Já não leciono nem profiro conferências. Já não ando de saco a tiracolo, de gravador ou bloco na mão, a recolher e tratar informação. Já não ocupo o gabinete de Diretor do «Diário do Minho». Já não redijo atas de reuniões que secretariei. Já não sou capelão dos Bombeiros Voluntários nem da Residência de Santa Teresa. Já não participo em Cursos de Preparação para o Matrimónio nem sou conselheiro espiritual de Equipas de Casais. Já não pertenço à Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia. Todas estas e outras atividades que fizeram parte da........
