Reposta a normalidade
Sei de pessoas que se dizem saudosas das trotinetas partilhadas porque (tal como diz o Júlio Isidro na publicidade às próteses auditivas) já não conseguem viver sem elas. E que a sua retirada do espaço público da cidade de Braga, a partir de 1 de setembro, último, foi um forte revés para os apaixonados desse meio de locomoção. Um lamento de quem advoga o seu regresso ao meio citadino bracarense, quando Gaia e Espinho as enxotaram e o Porto prepara-se para fazer o mesmo.
Obviamente, que não terá sido de ânimo leve que o Presidente da Câmara Municipal de Braga (CMB) e a sua equipa tomaram a decisão de afastá-las da nossa urbe, mas só depois de terem feito o respetivo diagnóstico ao estado das coisas. Certamente que a “terapia” não agradou a todos, porém, falou mais alto a conclusão a que chegaram: a Cidade dos Arcebispos não tem condições para que as trotinetas operem. Sobretudo, por se tornar arriscado não só circularem pela faixa de rodagem, como pelos passeios. Já que as........
