“Vendedores de sonhos”
Não, não é sobre o romance em epígrafe do escritor Arold Robinson, que retrata Hollywood das suas origens modestas aos seus tempos áureos (por vezes repletos de podridão), mas para dizer o seguinte: frequento uma pastelaria em que se não fossem os estrangeiros que sonham ter uma vida melhor, não teria quem me aviasse a bica habitual. Uma vez que os nacionais que ali trabalhavam debandaram para outras paragens.
Pois bem, se há comunidade que rapidamente se adapta ao nosso modus vivendi, é a brasileira. Vinda, normalmente, de forma legal, a falar a mesma língua e com um apurado sentido de integração. Cujos seus elementos humanos chegam dispostos a cumprir as regras lusas do bem-viver. Já o mesmo não se pode dizer de algumas outras nacionalidades que aqui vão chegando de forma ilegal, através do crime organizado. Contudo, seria prudente que uns e outros, antes de para cá virem, consultassem os números que nosso Instituto Nacional de Estatística disponibiliza.
Assim,........
