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25.09.2026

Faltam cerca de dois anos para os próximos Jogos Olímpicos, e pode ser tentador pensar que há tempo de sobra. Mas uma nação desportiva que queira efetivamente mudar de patamar nunca trabalha com um horizonte de dois ou quatro anos. Trabalha, sempre, com um horizonte de doze anos, ou mais. Os resultados de alto rendimento são construídos muito antes de qualquer ciclo olímpico começar a contar. Por isso, todos os agentes do sistema, federações, associações regionais, clubes e entidades de formação desportiva, têm de estar alinhados com esse horizonte, e não apenas com o calendário da próxima competição.

Esse alinhamento não se decreta, constrói-se. Uma federação pode, por si só, ter um plano........

© Diário do Minho