“O Pierre come o que quer”
É uma banalidade dizer que o Chega insiste na não-verdade, e fazer de banalidades tema de crónica poderá deixar a impressão de que pouco fino seja o critério de quem toma tais assuntos a peito. Muito espero que não seja o caso, no sentido de que nesses termos me percebam em geral, ou a respeito da questão que trago. Todos recordamos o caricato da viagem às custas do Parolo para a festa dos hamburgers e eis que a ala vegan dos chegadiços vem a palco com a determinante islâmica para a proibição nos Países Baixos da publicidade ao consumo de carne. Falhou a mistura nos Países Baixos, o que a partir de França poderia ter relevo na agenda insidiosa dos bonecos-sempre-em-pé, que não se vê gafe que lhes diminua o atractivo, nem que menos rode língua chegada ao despautério. Não terá o leitor ouvido falar do «canon français». Em poucas palavras, salda-se o movimento por encontros regulares de come, bebe, canta e dança, que bem poderão passar por uma espécie de malafaia ou........
