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“Há despertares que são quase uma...”

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03.04.2026

Aqui estou eu, de olhos abertos, rendida, frente a vós, olhando o vosso rosto sofredor, tomando a vossa como minha dor, no meu regaço cubro-vos de amor. O ar enche-se de silêncio reverente. Revejo no vosso rosto tantos outros olhares. Encontro a cor da vossa pele a franzir outros sorrisos adormecidos, um gesto tão breve e tão puro que parece conter o mundo inteiro dentro dele. É um momento de silêncio e reflexão, onde o coração se abre para sentir a profundidade do sacrifício e do amor. Cada suspiro, cada lágrima transforma-se numa prece silenciosa, uma conexão íntima com o invisível. Hoje é dia de lembrança e de luto, os sentimentos mais profundos elevam-se numa oração silenciosa, revelando a essência da esperança que persevera além do entendimento. É um momento de reconciliação e de recordar o amor incondicional. Uma........

© Correio do Minho