|
Fernanda SantosCorreio do Minho |
Os pescadores sabem. Sabem o peso...
O céu tinge-se em tons de poesia e de...
No palco da vida, histórias a girar,...
Na quietude das giestas, encontro um...
Aqui estou eu, de olhos...
Na Expoética de Braga, uma porta...
No silêncio das manhãs que chegam...
As portas abrem-se, o coração...
Dizer não à rotina que aprisiona É...
No vazio entre as linhas, repousa a...
Sou árvore que se despede das...
Na rotina simples do quotidiano...