Bolsa Família eleva IDH do Brasil e prova que Luciano Huck é o chorume da Casa Grande escravocrata
“Você não gera nenhum tipo de estímulo para que as famílias queiram sair do Bolsa Família. Na verdade, elas criam um monte de atalhos para conseguir ficar no programa de distribuição de renda, de proteção social, ad aeternum. A gente precisa criar um estímulo” — (Apresentador e empresário bilionário Luciano Huck, em discurso no Fórum Esfera, realizado no Guarujá (SP) no último sábado (23/05).
Luciano Huck é useiro e vezeiro em falar bobagens, evidenciar desconhecimento sobre diversos assuntos e irradiar ignorância e preconceito. Diga-se de passagem, um preconceito dissimulado, quase que tímido, de sorriso amarelo, como se revelasse sua própria vergonha em defender causas e pensamentos intrinsecamente ligados à grande burguesia, a proprietária eterna da casa grande, esta, sim, estimuladora e beneficiária da odienta escravidão.
Trata-se de um ecossistema, digamos assim, no qual Luciano Huck, sem sombra de dúvidas, anda com desenvoltura, além de participar de convescotes dos ricos, de suas reuniões onde fazem apologia ao atraso e ao retrocesso, geralmente contra os pobres. Acontece que para esse tipo de gente mequetrefe e rastaquera, o Estado tem que primeiramente servir aos interesses dos ricos e, paralelamente a esse servilismo, privatizar seu patrimônio público. Porém, o fundamento constitucional do Estado é atender à maioria da população e não apenas às pessoas financeiramente resolvidas, a exemplo de Luciano Huck e a classe alta que tal empresário representa e age como porta-voz.
Por seu turno, tal patrimonialismo corre, centenariamente, nas veias da burguesia de índole golpista e entreguista, que sempre trabalhou em prol de seus lucros, a jamais se importar com o que foi construído pelo Estado no decorrer de gerações de contribuintes brasileiros. Esse processo dantesco favorece a iniciativa privada a se apropriar do que é público, porque de tempos em tempos consegue colocar um mandatário na Presidência da República para favorecê-la. São pessoas compromissadas com o andar de cima, que doravante passarão a consolidar seus interesses, que jamais serão republicanos, porque a intenção é capturar o Estado, que passa a ser um instrumento de seus desejos empresariais de riqueza patrimonial e poder político e financeiro.
Efetivamente, a dar sequência ao que foi dito até agora, percebe-se tão claro como os raios de sol em uma manhã, que os empresários festejam Luciano Huck — o self-made man às avessas —, sendo que sua presença perante a mesa dos convivas das reuniões para ricos e muito ricos é considerada como trunfo. Trata-se do garoto-propaganda do Will Bank (braço digital do escandaloso Banco Master de Daniel Vorcaro) e do Banco PAN, ex-PanAmericano, que pertenceu a Silvio Santos, bem como de inúmeras empresas conhecidas no mercado, inclusive seu midiático “Familhão”, quadro que é transmitido aos domingos pela Rede Globo, de forma a iludir e causar falsas esperanças a pessoas que sonham melhorar de vida.
O Will Bank foi liquidado pelo Banco Central, e parte do Banco PAN foi vendido ao BTG Pactual do banqueiro André Esteves, que já se envolveu em inúmeras polêmicas da pá-virada, a exemplo de ter sido acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato. A Procuradoria-Geral da República (PGR) o acusou de obstrução e afirmou na época que o banqueiro teria oferecido dinheiro ao ex-diretor da Petrobras,........
