Colapso da comunicação eleitoral fascista
A Globo está possessa com os tribunais, o STF e o TSE; o primeiro, por intermédio do ministro Gilmar Mendes, mandou a emissora convocar o neoliberal Renan Santos, candidato do partido Missão, para participar do debate, do qual fora alijado pela Globo; o segundo, via ministra Estela Aranha, mandou retirar a cadeira vazia de Lula, que avisou que não iria, para que os adversários, combinados entre si, fizessem dela uma ficção política oposicionista, sem dispor de resposta às suas agressividades, pois, claro, cadeira vazia não fala.
A Globo considerou isso mudança de regra de jogo, censura à imprensa, intervenção jurídica nas eleições e que tais; o fato é que o cachimbo acaba fazendo a boca torta; a outrora vênus platinada sempre armou o espetáculo para que, por meio das regras por ela traçadas, todos tivessem seu comportamento uniformizado, de acordo com o figurino global, invariavelmente insosso.
Lula exercitou sua liberdade: ir ou não?
Decidiu pelo não; está ou não no seu direito ou isso é violação da lei?
Há lei que determina obediência absoluta às regras da Globo?
Se existe, não está........
