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Bosteiro geral na república bancocrática

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25.12.2025

O ministro Dias Toffoli, do STF, em cujas mãos está o processo do Banco Master, mandou fazer acareação entre os principais personagens envolvidos no escândalo financeiro que levou à bancarrota do banco: de um lado, o chefe da diretoria de fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, que investigou fraudes bilionárias em transações entre o Master e o Banco de Brasília (BRB); de outro, o dono do Master, o banqueiro Daniel Vorcaro, atualmente preso, e o ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, também trancafiado. Depois de investigação minuciosa, Ailton recomendou ao presidente do BC, Gabriel Galípolo, o fechamento do Master, em caráter irrevogável.

Mas, agora, o caso é reaberto, o que levanta suspeitas de que Toffoli está agindo sob pressão dos grandes bancos, avalistas do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), obrigados a arcar com os prejuízos acumulados pelo Master, em transações financeiras escabrosas. Vorcaro garantia remuneração absurda — 140% do CDI — dos títulos que lançava no mercado para capitalizar seu negócio, tendo como garantia o improvável, isto é, o resgate dos papéis podres que incautos compravam, pensando estar fazendo bons negócios. O castelo de cartas, finalmente, desabou.

A indagação geral no mercado, agora, é: será que a acareação convocada por Toffoli, pressionado pelo mercado financeiro, é para reabrir o caso e possibilitar o que Vorcaro quer, ou seja, o Master de volta?

Seria ou não outro escândalo federal?

Explodiria ou não o BC,........

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