Seleção: um final de ciclo quase penoso
Viajar para as Américas em ambiente de final de ciclo talvez não tenha sido a melhor das ideias. Numa Seleção com qualidade, mescla quase matemática entre experiência e juventude, talvez não tenha valido a pena colocar a tónica nas últimas danças. Talvez tivesse sido preferível colocar toda a gente a dançar a mesma música, como numa seleção onde um certo «melhor do Mundo à vez» continua em grande mas Otamendi, por exemplo, se senta no banco sem ondas.
Sim, sei que é ligeiramente provocatório falar de Messi e da Argentina quando Portugal falhou. Mas cada um deita-se na cama que faz, e........
