Não, não deve
(Dois sismos, com réplicas, arrasaram um país, mataram um número ainda não calculado em termos definitivos de pessoas e separaram famílias. Por mais imagens e testemunhos que vejamos, a dimensão da tragédia que sucedeu na Venezuela deve remeter-nos para as coisas – em especial, as mais básicas, como uma casa, luz e água- que, diariamente, damos por adquiridas e que, de um momento para o outro, podem desaparecer. Para além da evidente solidariedade com um país que terá que se reconstruir e com os respetivos cidadãos sobreviventes, este desastre natural pode também servir para que, de uma vez por todas, percebamos que nesta vida tudo é mutável e pode desaparecer. Saibamos ser gratos pelo que temos, saibamos lutar quando é necessário melhorar as coisas (e é sempre…) e saibamos ser dignos daquilo que vamos mantendo. No meio de tudo isto, mais do que a mera comoção, que consigamos fazer algo verdadeiramente útil, seja com os venezuelanos, seja com quem quer que precise de ajuda.)
No debate parlamentar de 25 de junho, a deputada do PSD Sandra Pereira partilhou publicamente que está a enfrentar um cancro e que continua a trabalhar: “Se eu consigo, os outros também conseguem.” Foi considerado........
