menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Hungria: Trump, Orbán e Flávio Bolsonaro irmanados para não perder eleição

23 0
12.04.2026

Trump, Orbán e Flávio Bolsonaro irmanados para não perder a eleição Hungria

A Hungria vai às urnas hoje. O primeiro-ministro Viktor Orbán tentará seu quinto mandato consecutivo. Está no poder desde 2010, com passagem anterior de 1998 a 2002.

Nesses anos de poder ininterrupto, emendou a Constituição em 2013 para limitar a liberdade de expressão, reduzir os poderes da corte constitucional e reformar o Exército para contar com aliados nos postos-chaves.

Orbán entupiu a administração pública com funcionários escolhidos a dedo, reformou a magistratura. Hoje os juízes são adeptos ao Fidesz (Aliança cívica-húngara), o partido político de direita e centro-direita liderado por Orbán.

Juca KfouriComo Neymar foi hoje contra o Atlético-MG

Como Neymar foi hoje contra o Atlético-MG

Josias de SouzaDatafolha traz 2 novidades preocupantes para Lula

Datafolha traz 2 novidades preocupantes para Lula

PVCSão Paulo falhou em momentos cruciais

São Paulo falhou em momentos cruciais

Adriana FernandesPacote contra dívidas pode virar arma eleitoral

Pacote contra dívidas pode virar arma eleitoral

Passados dez anos de poder e tirada uma radiografia, Orbán, como chefe de governo, gerou uma Hungria com imagem internacional de corrupta, clientelista e economicamente aos frangalhos, com alto desemprego.

Num golpe eleitoral que saiu pela culatra, Orbán criou enorme déficit no balanço oficial ao aumentar salários, pensões e distribuir, sem critérios, subsídios com a marca do populismo.

Na União Europeia, que impôs sanções econômicas à Hungria, e considera o país uma democracia não plena, Orbán usa a imagem nascida com o franquismo espanhol, é um "quinta coluna" (agente infiltrado pelo inimigo). Ou seja, um antieuropeista ativo.

Orbán apoia Putin na guerra contra a Ucrânia,........

© UOL