Brasil passa a se destacar na onda de euforia com 'mercados emergentes'
Jornalista, foi secretário de Redação da Folha. É mestre em administração pública pela Universidade Harvard (EUA)
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Algumas gotas do dinheiro grosso do mundo achatam as percepções de que a economia do Brasil é um risco. Ou melhor, ao menos no curto prazo, os ativos brasileiros valem os riscos dos nossos males crônicos e de uma eleição acirrada. O real e o preço das ações se valorizam. Agorinha, até juros de títulos de dívida de prazo mais longo caem.
A grande alta dos ditos mercados emergentes é notícia velha ao menos desde meados do ano passado. No caso das Bolsas, foi a maior desde 2009, na medida do índice MSCI de mercados emergentes, que acompanha o preço de ações em 24 países, Brasil inclusive.
Neste 2026, o Brasil tem se destacado nessa disparada do rebanho, em que Coreia do Sul e Taiwan também disputam a ponta, entre mercados maiores. Mas os dois países estão no trem bala da inteligência artificial e, de quebra, a Coreia do Sul reforma seu velho capitalismo de compadres.
O que aconteceu na economia........
