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Top 5: Sinner, BJK Cup, Campinas, Vacherot e Fonseca em destaque

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Top 5: Sinner, BJK Cup, Campinas, Vacherot e Fonseca em destaque

Um Masters 1000 com o posto de número 1 em jogo, um Zonal importantíssimo para o Brasil na Billie Jean King Cup, um Challenger com um campeão caseiro (finalmente!), um conto de fadas que persiste e mais uma bela campanha de João Fonseca são os destaques do top 5 desta semana.

1. Sinner no topo outra vez

Primeiro título de Masters 1000 no saibro, final vencida sobre o maior rival e número 1 reconquistado. Jannik Sinner não venceu o primeiro slam de 2026, mas é o homem do circuito este ano. Foi campeão dos três primeiros Masters 1000 (só Djokovic havia conseguido isto até então) da temporada de forma incontestável. Nesse nível de torneios, só perdeu um set (e venceu 42!) desde Paris/2025.

Que a conquista deste domingo tenha vindo sobre Alcaraz, que não perdia há 17 jogos no saibro, credencia ainda mais o momento do italiano. E Sinner, vale lembrar, tem muito menos pontos a defender (5.950) do que Alcaraz (8.130) até o US Open, que termina no começo de setembro.

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2. Brasil na BJK Cup: o melhor dos desfalcados

Em um Zonal com vários países sem suas melhores tenistas (Argentina sem Sierra, Ortenzi e Carlé; Colômbia sem Osorio; México sem Zarazúa e Olmos), o Brasil, que não contou com Beatriz Haddad Maia, Laura Pigossi, Carol Meligeni e Luisa Stefani, venceu seus quatro confrontos e avançou aos playoffs de novembro, quando poderá lutar para voltar à primeira divisão. Naná venceu suas quatro partidas, Gabriela Cé somou dois pontos e Victoria Barros estreou com vitória nas simples. Um belo resultado, ainda que o nível do zonal não tenha sido dos melhores.

E já que citei o nível da competição, não foi só dentro de quadra que a coisa deixou a desejar. A qualidade da transmissão lembrou os primórdios do YouTube, lá no meio da década de '00, com a imagem travando; replays fora de ordem e fora de hora; placares errados na tela; e sinal caindo. Uma vergonha.

Outra vergonha foi a ITF errar a classificação do Grupo B após o empate triplo de Equador, México e Colômbia. O time brasileiro foi dormir na sexta-feira achando que enfrentaria o Equador e acordou no sábado descobrindo que as contas estavam erradas, e o adversário seria o México. Que tristeza.

3. Título brasileiro em Campinas

Um raro final feliz caseiro de um Challenger no Brasil: em Campinas, Gustavo Heide foi campeão ao derrotar o peruano Gonzalo Bueno na final. O resultado coloca o paulista na zona de classificação para o quali de Roland Garros. Quem também deve entrar é Pedro Boscardin, que também fez uma boa semana e parou na semi - superado pelo mesmo Heide.

Dois tenistas que aproveitaram não só a chance de jogar em casa (e com casa cheia!) como a chave enfraquecida por ausências como as de Thiago Monteiro, Thiago Wild e Matheus Pucinelli (e a lesão de Facundo Díaz Acosta). Nesta faixa de ranking, sobe mais rápido quem aproveita mais chances, e Heide teve. competência para fazê-lo. Depois de sair do top 300 (muito por conta de uma lesão), já aparece como o #210 nesta semana.

4. Vacherot: a carruagem que não aboborizou

Até o Masters de Xangai do ano passado, Valentin Vacherot, então com 26 anos, tinha no currículo apenas uma vitória em torneios de nível ATP. Estava fora do top 200. Fez uma espetacularmente inesperada campanha no torneio chinês, onde foi campeão, e entrou no top 50. One-hit wonder? Nem tanto. fez quartas no Masters de Paris, terceira rodada no Australian Open e, agora, nova semi em um Masters 1000 em Monte Carlo. Já aparece como o #17 do mundo. O encanto não se quebrou. A carruagem segue firme. Escreverei mais sobre isto em breve.

5. Fonseca brilha mais uma vez

João Fonseca deu sequência a uma lista de boas atuações que vêm desde Indian Wells. Alcançou as quartas em Monte Carlo (fez sua primeira aparição nesta fase em um 1000) e tirou um set de Alexander Zverev. Só perdeu para os números 1, 2 e 3 do mundo nos últimos três torneios. Jogou em alto nível e com uma regularidade maior. E mais: vem mostrando um entendimento cada vez melhor do jogo, reconhecendo momentos e escolhendo melhor o que fazer em cada momento de cada ponto. É a maturidade que vem com o tempo. No caso de João, está vindo bem rápido.

O carioca de 19 anos, que nesta semana aparece como #35 do mundo, joga o ATP 500 de Munique e, a manter este nível de tênis, deve brigar pelo título. Uma vaga entre os 32 cabeças de chave de Roland Garros parece extremamente provável no momento.

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

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